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Esporotricose – saiba mais sobre a doença

A esporotricose é uma micose causada por um fungo chamado Sporothrix. Os humanos podem se infectar em contato com gatos doentes ou diretamente de terra ou planta com o fungo. A doença tem incidência muito alta na região metropolitana do Rio de Janeiro, principalmente em bairros da zona norte e oeste do Rio de Janeiro, seguidos por municípios da Baixada Fluminense, mas já há casos em todo o estado, bem como em vários estados do Brasil. A ocorrência é maior em áreas carentes de saneamento básico. Houve um grande crescimento da doença desde 1998 e já atingiu níveis de hiperendemia. Por essa razão, desde 2013, a esporotricose é considerada um grave problema de saúde pública e a notificação da doença passou a ser obrigatória.
A informação é uma das armas mais importantes para enfrentar a situação.
Por isso, a Sociedade Brasileira de Dermatologia no Rio de Janeiro (SBDRJ) entrou nessa luta e está dedicando este espaço a uma campanha para esclarecer a população e orientar os médicos sobre o processo de notificação aos órgãos públicos.
Aqui você vai encontrar informações e orientações básicas. Mas nada disso substitui o acompanhamento de um médico. Ao primeiro sintoma, é muito importante procurar um dermatologista, ou um posto de saúde o mais rapidamente possível. O diagnóstico precoce é uma das garantias do sucesso do tratamento.
Aqui você vai encontrar informações e orientações básicas. Mas nada disso substitui o acompanhamento de um médico. Ao primeiro sintoma, é muito importante procurar um dermatologista. O diagnóstico precoce é uma das garantias do sucesso do tratamento.

A notificação de casos de esporotricose à Secretaria Municipal de Saúde é compulsória no estado do Rio de Janeiro desde 2013 e deve ser feita por unidades públicas e por consultórios e clínicas particulares.

A notificação pode ser feita por pessoa jurídica, mas é obrigatório ter CNES – Cadastro de Estabelecimentos de Saúde. Caso o consultório médico não possua CNES, o médico deverá encaminhar os formulários preenchidos para a unidade de saúde mais próxima de seu consultório.

Para proceder a notificação, o médico deve preencher o formulário específico e encaminhá-lo a uma unidade de vigilância epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde.  Clique aqui e faça o download do formulário**. Clique aqui para consultar a Nota Técnica e acesse aqui para conhecer a relação de locais onde a notificação deve ser entregue à vigilância epidemiológica do município.

**Como a esporotricose não possui ficha específica, deve-se utilizar a ficha de notificação/conclusão, devendo ser inserido o nome do agravo: Esporotricose e o CID: B 42.0

Nos humanos

Nos gatos

Jornal Extra (Facebook) – 20/09/2016 – Transmissão ao vivo com Dr. Egon Daxbacher

Jornal O Globo – 05/10/2016 – Cresce o número de casos de infecção transmitida por gatos

RJ TV – 03/02/2017 – Casos de esporotricose aumentam em 400%, no Rio

GloboNews – 11/03/2017 – Casos de esporotricose aumentam 316% no Rio em 2016

Jornal do Brasil – 13/03/2017 – Rio tem epidemia de esporotricose, com aumento de 400% de atendimento em um ano

Jornal O Globo – 13/03/2017 – Rio tem aumento de 400% no atendimento de esporotricose

Jornal O Dia – 13/03/2017 – Atendimento à esporotricose cresce 400%. Prefeitura admite epidemia da doença

Jornal O Dia – 14/03/2017 – Secretaria alerta para epidemia de esporotricose no Rio

Rádio Globo – Clique aqui para ouvir o áudio

Jornal Extra (Facebook) – 04/04/2017 – Transmissão ao vivo com Dra. Regina Schechtman

Jornal O Dia – 26/04/2017 – Rio vive hiperendemia de doença que afeta gatos e humanos

Acessos rápidos:

*O dermatologista tem até 7 dias para fazer a notificação, que pode ser feita no centro de saúde mais próximo da casa dele ou do consultório.