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Melasma: é possível tratar

Melasma são manchas que surgem mais frequentemente na pele do rosto, mas também podem atingir braços, colo e pescoço. Não têm uma única causa específica, acredita-se que estão relacionadas, principalmente, à exposição solar, também ao uso de anticoncepcionais e ao estado de gravidez e, sendo a predisposição genética e a cor de pele mais escura também fatores de risco.

Tratamento

Os tratamentos variam, mas há uma orientação comum entre eles: proteção solar diária. Conheça alguns dos cuidados e dos tratamentos para o melasma:

– Fotoproteção: baseado na proteção contra os raios solares, consiste na aplicação de um filtro solar mais potente, com proteção UVA e UVB. A fotoproteção é considerada a parte mais importante do tratamento, ajudando a estabilizar os benefícios.

– Cremes: os mais usados são à base de hidroquinona, ácido glicólico, ácido retinóico e ácido azeláico. Mesmo com resultados rápidos, não funciona em todo paciente e pode levar até alguns anos para estabilizar o quadro.

– Peelings: pode clarear a pele mais gradual e rapidamente que os cremes. Há diversos tipos de peeling e o dermatologista é quem deve indicar o mais adequado e a frequência para cada caso.

– Laser: é uma energia luminosa que ajuda a clarear a aparência do melasma e a manter a doença sob controle. Sem os devidos cuidados, é capaz de piorar a pigmentação. Consulte seu dermatologista!

– Microagulhamento: É um procedimento em que a superfície da pele é perfurada com o auxílio de equipamentos apropriados e, na profundidade correta, pode facilitar a penetração de agentes clareadores. Sem os devidos cuidados, também pode piorar a pigmentação.

Os tratamentos contra o melasma são complementares e realizados de forma conjunta. Além disso, devem ser constantes até que a condição do paciente se estabilize e o médico aponte que o tratamento pode ser interrompido. Isso pode demorar.

Prevenção

Prevenir ainda é o melhor remédio contra o melasma, portanto, use e abuse do protetor solar, mesmo que o dia esteja nublado. Não se esqueça também dos protetores físicos, como roupas, chapéus, bonés, óculos escuros e guarda-sóis.   

Ao notar qualquer alteração na cor da sua pele, consulte o seu médico dermatologista.

Fonte: SBDRJ