Política de Sombras da SBDRJ

Política de Sombras da SBDRJ

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IntroduçãoA propostaA SBDRJ fazendo a sua partePublicações

Este ano o verão registrou as temperaturas mais altas desde que começaram as medições de dados no país. Assim como em outras regiões do país, no Rio de Janeiro os índices de radiação ultravioleta (UV) atingiram o nível extremo, o mais alto de todos. Os raios UV são fundamentais para manter o planeta aquecido, no entanto, como eles têm ultrapassado cada vez mais a barreira da camada de ozônio, chegam à Terra mais intensos que o normal. Dessa forma, eles podem causar sérios danos à saúde, que vão desde o câncer de pele e o envelhecimento precoce, passando por problemas oculares e até mesmo provocando alterações no sistema imunológico.

Confira alguns dados da doença no Brasil:

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Em função disso, a SBDRJ lançou um programa de prevenção dos efeitos adversos do sol nas vias públicas, pois é muito comum que o deslocamento dos cidadãos, incluindo a espera pelo transporte, seja feito, predominantemente, senão totalmente, sob exposição ao sol, e essa prática diária, compulsória e inadvertida, aumenta consideravelmente as chances da população desenvolver o câncer da pele, como comprovam os dados acima.

Além disso, existem ainda as populações vulneráveis à exposição solar – indivíduos de pele clara, pré-escolares, idosos, indivíduos com história familiar ou pessoal de câncer cutâneo, portadores de lúpus eritematoso, dermatomiosite, xeroderma pigmentoso, albinismo, porfiria, erupções lumínicas, melasma, rosácea, síndrome do nevo displásico, doença de Grover, doença de Darier, doença de Hayle-Hayle, entre outros; especialmente as de baixa renda, que têm enorme dificuldade para se proteger dos efeitos adversos do sol.

A proposta da SBDRJ, que já foi encaminhada à Prefeitura do Rio e à Câmara de Vereadores da cidade, é a construção de coberturas adequadas nos locais aonde o pedestre permanece mais tempo (pontos de ônibus, praças e cruzamentos de grandes vias, principalmente) e que podem reduzir bastante o tempo de exposição solar inadvertido da população. As barreiras podem ser artificiais, inúmeros materiais oferecem adequada proteção UV; naturais, como árvores; ou híbridas, no caso de caramanchões com trepadeiras, por exemplo, além, é claro, do plantio de árvores nas áreas de maior circulação da população.

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O câncer da pele é o tipo mais prevalente da doença no Brasil. Mas não deveria ser assim e o motivo é simples: é fácil se prevenir. Medidas fáceis, como uso de protetor solar e roupas adequadas, já diminuem as chances de se ter a doença.

Por isso a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional Rio de Janeiro tomou a inciativa de criar a Política de Sombras na cidade, implementando medidas em várias áreas para ajudar e conscientizar a população sobre a importância de se proteger do excesso de exposição ao sol. O lançamento do aplicativo Proteção UV é parte importante desta inciativa! Com ele, o usuário vai poder saber, diariamente, como está a incidência de raios ultravioleta em sua região e quais são as medidas indicadas para o seu tom de pele, seu histórico familiar e pessoal.  Baixe no seu celular Android e IOS indique para seus pacientes!